LISTA

Bom humor.

Gente educada.

braço apertado.

Escrever.

Sorvete de flocos.

Gentileza.

Shampoo cheiroso.

Praia no final da tarde.

Minha família.

O bom e velho rock´n roll.

Livrarias.

Céu estrelado.

Ter saúde.

Cheiro de livro.

Almoço de domingo.

Ler à noite.

Olhar para o mar.

Vinho branco.

Gente leve.

Sapato novo.

Livro novo.

Brigadeiro quente na panela.

Ir ao cinema.

Filme bom.

Programas de índio (sim, eu sou estranha).

Gente humilde.

Viajar.2012 Maceió Janeiro 465

Pessoas que sabem elogiar.

Telefone no silencioso.

Receber um SMS fofo.

Filtro solar que não gruda.

Folha em branco.

Falta de frescura.

Ficar sem fazer nada (viva o ócio!).

Minhas amigas do peito (são poucas, acreditem).

Sentir o jeans mais largo.

Integridade.

Sair satisfeita do salão.

Acordar tarde aos sábados.

Pagar todas as contas do mês (e ainda sobrar dinheiro).

Pessoas que valorizam a arte.

Pessoas que gostam de ler.

Pessoas que incentivam a cultura no país.

Gente com atitude.

Gente otimista.

Homens bem resolvidos.

Mulheres que se valorizam.

Champagne gelada.

Conversar só com o olhar.

Beijo na boca.

Uns bons “amassos”.

Tour na drogaria .

Delivery.

Colecionar frases.

Andar no meio do mato.

Conversar com crianças (me divirto!).

Letras de música que falam por mim.

Lençol cheiroso na cama.

Um pouco de silêncio.

Casa limpinha.

Fazer um “ok” em todos os itens do dia na minha agenda (é raro, mas acontece).

Alto astral.

Pessoas autênticas.

Cafuné.

Ônibus (ou avião) vazio.

Ficar em casa.

Cantar sem saber a letra (meu hobby!).

Céu azul.

Conversar com gente inteligente.

Sentir-se em paz.

Sentir amor.

Sucrilhos

Ter fé (sempre!).

E o melhor: saber que essa lista apenas começou…

MEMORIES

Estava parada no semáforo a duas esquinas de casa, pensando em como o dia congelante de hoje parecia que não ia ter fim. Em minha frente um sinal: a placa do carro de uma cidade inusitada. Imediatamente veio-me um sorriso tímido. Poderia ser você.

E então comecei a lembrar de tudo. Dos tempos dos primórdios; da festa do vestido de bolinhas; do Kurt Coiban japonês do bar sertanejo; de nossa última conversa. Principalmente da parte onde eu descontrolei os pés do chão e gritei que largava tudo aqui pra ir por aí viver com você. E inconsequentemente eu repito:

- “POR VOCÊ EU DEIXARIA DE BEBER“

Exagerada?

Talvez.

Entretanto sempre disse que largaria esta terra que adoro tanto pra viver uma grande aventura de paixão ou amor. E quando te vejo esse desejo me é despertado. Mesmo você tendo esse jeito todo certinho de me deixar sem certeza de nada.

Queria saber o que fazer para convencê-lo a acreditar em nós. Queria desvendar o que se passa nesse seu coração de cirurgião.

Só sei que nesta história metade de mim é loucura e a outra é desejo de ser feliz afagada em deu peito.
Mesmo com nove dias sem respostas ainda não desisti, porque uma voz sussura que você vale muito a pena.

REENCONTRO DESENCONTRADO

Não sei o que fiz ou não fiz.

Posso estar errada. Estou confusa.

Passei o domingo pensando há quanto tempo nos conhecemos, encontramo-nos, desencontramo-nos, reencontramo-nos.

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Lembro-me da primeira vez que te vi e me encantei com seu jeitinho engraçado. Há 14 anos.

Anos depois lembro-me de você com camisa branca me puxando pelo braço e me perguntando se eu me lembrava de você.

Fiquei extasiada.

Depois do barzinho do Nirvana, novamente o destino nos afastou, e então pensei que jamais iríamos nos ver.

Sexta quando me mandou a mensagem fiquei enlouquecida, pois já estava desacreditada no destino. Talvez isso explique meu comportamento do fim de semana.

Fiquei tão feliz quando vi tuas covinhas encantadas que meu coracao pulou e me deixou sem direção e com os pés fora do chão.

Talvez não me contive. Exagerei. “Feliciei“.

Desculpe-me se enlouqueci e estraguei minha última chance.

Gosto de você, da sua companhia,  de quem sou quando estou com você.

Mesmo com a distância gostaria que me desse essa chance de colocar mais rock n roll no seu centro cirúrgico.

Please, não faça com das outras vezes.

Só dessa vez tente ficar.

Com carinho

Caipira Brava

INDIGNAÇÃO

Passamos 5 anos de nossas vidas estudando em tempo integral a biologia humana.

Investimos para montar um consultório bacana e aconchegante para vocês terem maior confiança e diminuir o medo do desconforto.

Fazemos curso de atualização, aperfeiçoamento, especialização, mestrado, doutorado.

Compramos os melhores produtos, investimos em tecnologia para melhor atendê-los.

Transformamos sorrisos devolvendo função mastigatória e digestiva além da auto estima, reabilitando realizamos o sonhos de muitos.

Tiramos a dor para que vocês voltem a comer doces, diminuímos a sensibilidade dentinária para que vocês possam tomar aquela cerveja gelada.

Ensinamos vocês e seus filhos a escovarem os dentes.

A troco de sermos humilhados e agora perseguidos e exterminados como Joana D‘arc?

Há um erro de ética e conduta aí.

Esta hostilidade gratuita a vida do próximo surgiu de onde? Diferença de classe social? Má distribuição de renda? Falta de acesso a educação? Descaso do poder público? Barbárie?

Somos devotos de Santa Polônia e ela que rege e guarde por nós porque quem mais poderá olhar por nós?

Estou indignada! Mais uma vez em LUTO! Porque luto todos os dias para cuidar da saúde de mais 40 milhões de desdentados brasileiros e voltar para casa em segurança e viva.

Querem queimar alguém? Queimem o planalto, o plenário.

Por mim podiam queimar os presídios. E os direitos humanos?

Boa pergunta: cadê o MEU e dos meus colegas de classe?

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IMPULSOS

Sinto a radiofreqüência dos meus impulsos nervosos. Parece uma tempestade de raios. São descargas elétricas seqüenciais que me tomam. Estou em um corpo literalmente em curto circuito.

Cada impulso é um ponto de luz despolarizado que trafega pelo meu corpo.

Não tenho controle.

Sinto dores e ao mesmo tempo me anestesia.

Saio de órbita.

Isso talvez seja um modo de aliviar a dor da alma.

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UTOPIA LOVE

Se for pra reaparecer na minha vida, volte com tudo.

Venha pra me fazer rir e me ajudar a esquecer os problemas.

Odeio coisas mornas.

Gosto de inteiros. Isso de metades, de parcelas, de pedaços não me convence.

Fica essa coisa de não saber se devo desistir ou insistir. Se vale a pena ou não.

Essa nossa história de encontros, desencontros, reencontros, já dura mais de uma década.

Já perdi as contas. Já me perdi nos anos dessa história.

Sinto saudades de tudo que ficou por acontecer. De tudo que o tempo, a distância, o azar, o destino, não permitiram acontecer.

A cada comunicação surpreendentemente surge uma nova chance de nos iludirmos(eu, ao menos, ainda não perdi esse vício). E mais uma vez uma expectativa se cria em mim. E torturantemente não sei o que cria em ti.

Qual será a intenção dessa tua  saudades dessa vez?

Será um jogo? Será carência? Será passageiro? Será dessa vez pra valer? Será um entrega sem cautela pra ver onde dá?

Tento me controlar.

Não quero acreditar como da última vez.

Nunca sei por que você vai embora: se é por medo ou não temos jeito mesmo.

Nós já nos enrolamos tanto, que eu nunca sei se estamos indo, voltando, brincando ou recomeçando.

E como das outras vezes não propague promessas se não vai cumprir. É tão mais fácil e honesto.

Não quero que finja sentimentos por mim, não quero que segure minha mão se tem a intenção de soltá-la. Só quero o que for verdadeiro. Independente do tempo.

Não quero pensar, não quero fazer planos, não quero criar expectativas. Quero apenas que os dias passem. Que o tal futuro chegue. E que nele nós nos resolveremos.

De novo, de novo, eu não canso. De novo fazendo romance em cima de um conto breve.

E daí provavelmente vai acontecer tudo de novo. Vou sentir demais, falar demais, escrever demais, você vai embora mais uma vez certamente por ser sufocante e confuso demais.

M-Ã-E

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Mãe: palavra pequena, mas com um significado infinito, pois quer dizer amor, dedicação, renúncia a si própria, força e sabedoria.

Eu agradeço ao Todo Poderoso Chefão por ter escolhido esta alma iluminada para guiar meus passos doando praticamente 110% de sua dedicação ao longo destes 30 e tantos anos me cuidando, me ninando, me mimando, me amando e me estragando…

Sem ela eu não seria nada. Com ela posso ser tudo.

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